Queridos leitores,
Hoje gostaria de compartilhar com vocês um vislumbre do meu dia, um dia que exemplifica a essência da minha jornada como advogada empenhada em defender os direitos daqueles que mais precisam. Cada dia na minha profissão é único, cheio de desafios, vitórias e, às vezes, corações partidos. Mas é através dessas experiências que encontro a verdadeira gratificação em meu trabalho.
Ontem e hoje foram dias particularmente intensos. Mergulhei em um caso que me tocou profundamente. Uma grávida, enfrentando uma gestação de risco, teve seu plano de saúde cortado indevidamente, sem aviso prévio. Imagine a angústia e a preocupação que essa situação causou não apenas à mãe, mas também à família e aos amigos.
Assim que soube do caso, sabia que precisava agir rapidamente. Não podia permitir que essa injustiça continuasse. Entrei em ação, reunindo toda a documentação necessária e preparando-me para apresentar um pedido de antecipação de tutela. Esta medida seria crucial para garantir que a gestante recebesse o suporte médico necessário durante esse período crítico de sua vida e da vida do seu bebê.
À medida que avançava no processo, sentia o peso da responsabilidade sobre meus ombros. Cada palavra, cada argumento apresentado tinha que ser impecável. Não estava apenas lutando por uma causa legal, mas também pelo bem-estar de uma vida inocente que dependia da nossa intervenção.
Horas se passaram, mas finalmente, o momento chegou. Decisão antecipatória concedida determinando o restabelecimento do plano. Agora, apenas aguardando a Oficiala de Justiça cumprir o mandado e sabermos que o plano está ativo. Ainda não terminou, mas agora só quem pode adiantar tudo é Deus.
Mesmo que ainda não tenha havido a citação do plano, que está para acontecer a qualquer momento, assim como o nascimento do bebê, já senti um misto de alívio e gratidão, vez que muitas vezes não é fácil conseguir uma decisão tão rápida.
É apenas batalha entre tantas outras que ainda teremos, mas também cada pequena vitória era um passo em direção a um mundo mais justo e igualitário.
Hoje, compartilho essa história não apenas como um relato do meu dia, mas como um lembrete do poder transformador da advocacia. Juntos, podemos fazer a diferença, um caso de cada vez.
Meu pai está namorando, como faço para interditá-lo?
Primeiro: Procure um advogado especialista! Depois, entenda que deve haver uma justificativa para isso (não vale: meu pai começou a namorar, meu pai vai vender um imóvel e vai afetar minha herança…) O requisito é que a pessoa não tenha condições de decidir nada por si, não entenda a realidade que o cerca. Procure o médico que acompanha o idoso ou deficiente e peça um atestado médico explicando o quadro de saúde, explicando as incapacidades e a doença, e que conste explicitamente que o idoso/deficiente é ‘’incapaz para os atos da vida civil’’. Quanto mais minucioso o documento expedido pelo médico é melhor. Se a pessoa for deficiente mas estiver lúcida não é caso de interdição, pode ser caso de tomada de decisão apoiada. Com o atestado médico e mais alguns documentos básicos (Identidade, comprovante de endereço, contracheque e certidões de estado civil) é possível ajuizar a ação judicial. Outro documento que pode ser necessário e é imprescindível é a declaração de concordânc...
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